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Qual é o papel dos refugiados no diálogo intercultural?

O Conselho da Europa e a Global Platform for Syrian organizaram, a Agência Erasmus+ Juventude em Ação foi parceira, Braga recebeu, 50 jovens participaram. Foram estes os ingredientes para a receita de sucesso da Summer School “Young refugees as actors for social inclusion and intercultural dialogue".

Naquela que foi considerada a sessão de encerramento, o painel foi constituído por 8 testemunhos muito distintos. António Cunha, reitor na Universidade do Minho foi um deles, salientando o compromisso em receber os refugiados na Universidade e, ainda mais importante do que isso, integrar esses jovens. Para o reitor, a sustentabilidade é a palavra chave para ser possível um mundo de paz, segurança e onde as pessoas se ajudem mutuamente. Também Rui Gomes, representante do Conselho da Europa, lembrou que os trabalhos para a integração dos refugiados continuam mesmo depois do fim das atividades da Summer School. Este é o momento em que se começam a imaginar e moldar projetos futuros.

E esses projetos podem partir de qualquer um dos participantes presentes na sala onde se projetaram os vídeos que explicaram os progressos dos jovens durante a última semana. Podem ser os projetos da Daisy, que considera positivo terminar a Summer School com ainda mais perguntas do que no início. Podem ser os projetos do Qosay, que acredita que os contactos estabelecidos podem mesmo mudar mentalidades em vários países. Podem ser os projetos de quem acha que é fundamental a curiosidade pelas outras culturas e a partilha entre as pessoas para sermos pessoas melhores.

A “Young refugees as actors for social inclusion and intercultural dialogue" desenvolveu as capacidades dos jovens refugiados como atores e agentes de mudança nas suas comunidades. Baseou-se nos princípios de capacitação e participação dos jovens refugiados, reforçando a capacidade de resistência e liderança. Desenvolver as competências dos participantes no seu papel de multiplicadores para participação juvenil, cidadania democrática e diálogo intercultural foi um dos principais focos das atividades. Entre essas atividades, houve ainda tempo para uma noite intercultural onde estiveram presentes, a convite da Agência Nacional, as seguintes organizações: GAIAC, Rota Jovem, Juventude Cruz Vermelha Portuguesa.

Acaba a Summer School mas o mote está lançado. "So you decide... What happens next?"