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Becoming a Part of Europe: o youth work pode mesmo ajudar os refugiados?

O Becoming a Part of Europe é um projeto que tem como objetivo o desenvolvimento e a partilha de métodos de educação não formal e práticas de inclusão de forma a que os refugiados, requerentes de asilo e migrantes se sintam mais incluídos. A compreensão, tolerância e respeito entre todos são os principais valores defendidos.

A Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação, responsável pela parte da coordenação da investigação deste projeto, organizou na terça-feira a segunda e última reunião com os parceiros do Grupo de Trabalho Nacional. No entanto, ficou estabelecido que os trabalhos nesta área devem continuar e os encontros, ainda que informais, devem manter-se.

Entre esses parceiros, contam-se o Instituto Português do Desporto e Juventude, o Conselho Nacional da Juventude, a Cruz Vermelha Portuguesa, entre outros. Depois de na primeira reunião, a 13 de abril, terem iniciado o mapeamento de boas práticas, desta vez existiu a partilha de conhecimentos e de testemunhos.

Ao dar a voz aos parceiros, o diretor da Agência Nacional Pedro Couto Soares adiantou que espera que a “reflexão conjunta sirva para recolher boas práticas e apresentar sugestões diferentes”. Além disso, saudou o trabalho até agora realizado pelos investigadores da Universidade do Minho, José Augusto Palhares e Álvaro Ribeiro, que têm analisado os dados fornecidos pelos parceiros num estudo global.

Esse estudo envolve também outros países parceiros num consórcio liderado por Itália com uma série de entrevistas tanto a refugiados como a organizações que lidam diretamente com os mesmos.

No fim deste projeto, importa conseguir responder à questão “Como se pode utilizar o mecanismo do youth work com os refugiados?”