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Notícias

De quem são as histórias das Erasmus Talks?

Quem foram os jovens que partilharam o testemunho nas Erasmus Talks? Fica aqui a conhecer melhor os voluntários portugueses e estrangeiros a quem o Erasmus+ mudou a vida.


Os que vêm de lá para cá

Raluca Toma é romena, tem 25 anos e é voluntária em Portugal. Licenciou-se em cinema na Universidade Cluj-Napoca, beneficiou de uma bolsa Erasmus em 2011 e foi estudar um ano para a Turquia. Terminou o seu projeto de voluntariado em Lisboa no dia 27 de setembro e durante um ano trabalhou junto de crianças e adolescentes com origens difíceis, na Casa Pia - CED Santa Catarina

Ana Petric nasceu em 1990 na Croácia. É muito curiosa e apssou a sua infância a fazer perguntas. O desejo de entender o mundo que a rodeio e o interesse por diferentes modos de vida levou-a a estudar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Zagreb, onde se licenciou em Antropologia e Linguística. Continuou os seus estudos, fez o Mestrado em Antropologia e Etnologia, ao mesmo tempo que trabalhou em vários projetos de investigação, principalmente na área da educação. Em março deste ano, dez dias depois de defender a tese de mestrado, mudou-se para Lisboa, onde é agora voluntária SVE na Associação SPIN.

José Garcia nascei em Elche e tem 28 anos. É licenciado em História pela Universidade de Alicante e pós-graduado em Identidade Europea Medieval pela Universidade de Lleida. Nos últimos anos foi douturado e colaborador na área de História Medieval da Universidade de Alicante, participando nos principais congressos de jovens medievalistas. Desde jovem foi voluntário em associações locais de educação não formal com crianças e adolescentes em projetos culturais. Atualmente, é voluntário europeu em Lisboa, na Associação Cultural Boutique da Cultura, até setembro do próximo ano.


Os que vão de cá para lá

Fábio Sousa Dias tem 27 anos e é comprometido em ajudar os outros a alcançar o seu potencial. Enquanto jovem passava o tempo nos escuteiros e em auto-aprendizagem. Com 14 anos participou no seu primeiro projeto europeu. Desde então, conta com a participação em mais de 13 projetos, desde intercâmbios europeus até seminários e formações. Tendo entrado para a universidade em 2010, participou no máximo de iniciativas possíveis: projetos de investigação, conferências, AIESEC e também o programa Erasmus por um ano em Pádua, Itália, No entanto, devido à crise em Portugal e ao crescente sentimento de futuro incerto teve de interromper os estudos várias vezes ao longo dos anos. A participação no SVE em 2016, ao trabalhar com população sem-abrigo, ajudou-o a perceber o que queria fazer na vida. Atualmente a terminar os estudos em Psicologia, ensina Português a outros SVE colocados em Portugal.