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Futuro do Voluntariado europeu discutido em Braga

O voluntariado europeu envolve cada vez mais jovens oriundos de diversos países. Numa das mais recentes iniciativas da Comissão Europeia – o Corpo Europeu de Solidariedade -, Portugal revelou-se, uma vez mais, um participante de grande importância, sendo o terceiro país mais inscritos e contando, para já, com mais de 32 mil jovens registados nesta plataforma online.

Durante esta quinta-feira, as organizações acreditadas do Serviço Voluntário Europeu reuniram-se na sede da Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação, em Braga, num encontro que começou às 11h e terminou às 17h.

Apresentar todas as novidades que têm surgido acerca do voluntariado europeu é um dos principais objetivos da Agência Nacional, responsável pela informação e apoio da divulgação do Corpo Europeu de Solidariedade.

Para Pedro Couto Soares, diretor da Agência Nacional responsável pelo encontro, “o Serviço Voluntário Europeu desempenha um papel muito importante na mobilidade internacional, nomeadamente entre jovens com poucas oportunidades, dentro e fora da União Europeia. O impacto do SVE que temos verificado ao longo dos últimos 20 anos, quer para as comunidades e para as organizações, quer sobretudo para os voluntários mostra bem da importância de uma oferta forte, coesa e com fundos suficientes para que os jovens europeus possam realizar projetos de voluntariado.”

São vários os aspetos que estão a mudar no panorama do voluntário europeu e é da maior importância que a informação não se perca. Com este encontro, espera fazer-se o balanço das principais conquistas do Serviço Voluntário Europeu e, ao mesmo tempo, perceber quais as principais mudanças que o Corpo Europeu de Solidariedade vai trazer não só para as organizações, como também para os jovens participantes.

Nesse sentido, o encontro começou com uma introdução de Pedro Couto Soares acerca da importância do Corpo Europeu de Solidariedade, como funciona atualmente e quais as principais mudanças esperadas para a iniciativa após 2016. Já durante a parte da tarde, os mais de 70 participantes das organizações transformaram a teoria em prática e dividiram-se em sete grupos de trabalho. Discutiram-se e apresentaram-se ideias relacionadas com diversos temas como a Inclusão, a Mentoria Reforçada, o Estado da Arte do SVE, o papel das organizações de envio dos voluntários bem como o das de acolhimento. Além disso, houve ainda um grupo com a missão de "pensar fora da caixa", trazendo ideias para o futuro do voluntariado europeu.

Mais do que conhecermos a informação, importa partilhá-la com o maior número de pessoas possível de forma a que todos tenham conhecimento das oportunidades promovidas na União Europeia. Consideramos que as organizações previamente acreditadas para projetos de Serviço Voluntário Europeu são uma das principais fontes procuradas pelos jovens.